Alunos da EMGE abrem horizontes em competições de empreendedorismo

Um projeto inovador desenvolvido por três alunos da EMGE Escola de Engenharia e Computação conquistou o terceiro lugar no hackathon do Ceará Global, o Let’s Hack, realizado no último mês. A equipe Warriors-team, formada por Paulo Roberto e Cássio Antônio, da Ciência da Computação, Alejandro Bessa Ortiz, da Engenharia Civil, além de Beatriz Amaral, Lannara Natyell e Otávio Amarante, propôs uma solução para os portos e donos de contêineres do Ceará: uma Interface de Programação de Aplicações (API) para maior controle do uso de energia e visualização dos principais gastos das empresas, de forma prática. O API fornece informações sobre a conexão e desconexão de tomadas em tempo real, através de uma integração hardware-software. A equipe garantiu o prêmio de R$ 2.000,00 e oportunidades para eventos futuros. Você pode conferir o trabalho do grupo no vídeo abaixo:

O evento

Ocorrido no dia 25 de agosto, o Let’s Hack reuniu mais de 500 inscritos em 14 estados do Brasil, que foram convidados a desenvolver “do zero”, com o auxílio de mentores, propostas e soluções para a melhoria dos âmbitos da internacionalização cearense. As três equipes ganhadoras foram premiadas com R$ 10.000,00, divididos da seguinte forma: R$ 5 mil para o 1º colocado, R$ 3 mil para o 2º colocado e R$ 2 mil para o 3º colocado. Você pode conferir mais informações sobre o evento neste link.

Abrindo portas para o empreendedorismo

O aluno Alejandro Ortiz, que participou do evento, começou seu contato com o empreendedorismo mesmo antes de ingressar na EMGE, ainda no ensino médio. “Eu fui o líder de um projeto do Ecos na minha escola, que se chamou MadrEcos. Comecei a empreender no sentido de ideias, para mudar a infraestrutura da escola, e assim por diante, sendo que eu tentava implantar painéis fotovoltaicos para diminuir os gastos”, conta o estudante que, a partir do projeto Ecos, conseguiu uma bolsa para ingressar na EMGE.

Dentro da instituição, Alejandro começou a ter um conhecimento mais detalhado sobre a área em uma disciplina ministrada no 3º período – Empreendedorismo e Inovação – onde ocorriam dinâmicas em grupo sobre temas de interesse. Dessa forma, estudantes com a vontade de desenvolver projetos eram estimulados a criar mini-startups, por exemplo, para empreender na prática.

Foi a partir daí que o aluno conheceu os hackathons: “com o início da pandemia eu comecei a pesquisar, porque percebi que quero mudar o mundo. Os hackathons buscam pessoas que querem mudar o mundo, então decidi entrar”, explica Alejandro. No total, o aluno já participou de quatro hackathons, tendo conquistado o terceiro lugar no do Ceará Global. Além disso, a equipe concorre em dois outros eventos que estão em andamento, confira abaixo:

Call For Code Hackathon 

100K LATAM

Para estudantes que desejam iniciar no mundo do empreendedorismo e de eventos, Alejandro deixa uma dica: é preciso ter a mentalidade de fazer a diferença. “Tenha curiosidade e vontade de mudar o mundo. Fique curioso pela ideia de fazer a diferença e ser importante para a evolução da sociedade. Seja inovador, procure as coisas, tenha um networking bacana e tente conversar com todo mundo”, aconselha o estudante.