Seminário mostra como a engenharia pode construir valores

Como construir relações sustentáveis? Quais os desafios para implementação dos 17 objetivos da Agenda 2030? Como as redes jovens para a sustentabilidade funcionam? É possível formar engenheiros aliando sustentabilidade, desenvolvimento e a questão social? Quem participou do I Seminário de Engenharia Sustentável Construindo Valores, nesta quinta-feira (23), encontrou respostas para essas e outras perguntas. O evento é organizado pela Escola de Engenharia de Minas Gerais (EMG), com apoio da Dom Helder Escola de Direito, e terminará domingo, com uma atividade na Praça Floriano Peixoto.

O seminário, organizado pela professora Aline Oliveira, contou com onze palestrantes divididos em três painéis de debates. E teve histórias inspiradoras. Uma delas foi contada por Juthay Nogueira, moradora do Morro das Pedras e idealizadora do Projeto Romper e da Casa Acolher, iniciativas que têm apoio do condomínio Parque Avenida, complexo comercial totalmente sustentável vizinho do Morro das Pedras. “Eu sempre quis estar em faculdade, mas nunca imaginei que estaria aqui”, disse Juthay.

A relação entre um complexo completamente sustentável e a questão social vai ao encontro do eixo direcionador da EMGE: Engenharia Sustentável. “As pessoas, muitas vezes, pensam na engenharia de uma forma muita árida, a engenharia como técnica. Se esquecem que a engenharia é feita para o homem. Não é a engenharia que está no centro. É o homem que está no centro. A engenharia existe em função do homem”, disse Jose Antonio de Sousa, pró-reitor de Pesquisa da EMGE e idealizador eixo direcionador da instituição.

“Eventos dessa natureza trazem para os alunos uma oportunidade de eles terem uma percepção holística do tema. Uma oportunidade de eles terem uma percepção da riqueza que o tema abrange”, destacou Jose Antonio, que abriu o seminário ao lado de Cláudio Boechat, diretor do Instituto Movimento pela Felicidade e colaborador no desenvolvimento do eixo direcionador da EMGE. Os dois falaram sobre o eixo que torna a instituição em escola sustentável global, destacando a transdisciplinaridade; a territorialidade; a internacionalização; e aplicabilidade.

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