Líbano: uma experiência de crescimento

Por Aline Oliveira
Professora da EMGE

Sou fascinada por conhecer lugares novos. A primeira vez em um novo ambiente é sempre encantadora, porque temos a oportunidade de observar e prestar atenção aos detalhes. Facilmente nos acostumamos com o lugar onde vivemos ou passamos todos os dias. De repente, não enxergamos mais o caminho para o trabalho, as redondezas do bairro onde moramos, as pessoas que nos cercam… Conhecer desperta a curiosidade, a criatividade, o olhar atento, a sensibilidade, a empatia, a compreensão e outros sentimentos impossíveis de se prever.

Gosto tanto de conhecer que prefiro não retornar aos lugares que já conheço. Mas um desses lugares inaugurou a lista dos lugares aos quais, certamente, eu voltarei: o Líbano.

Antes de embarcar para Beirute, muitos eram os questionamentos. Sobre a cultura, o modo de vida, religião, vestimenta, alimentação… Mesmo que os contatos na universidade e as fontes da internet me dissessem que não há excesso de conservadorismo, eu precisava ver para acreditar. Eu vi, acreditei e me encantei. Descobri que o Líbano se parece muito mais com o Brasil do que eu poderia imaginar. E é bem verdade que todo libanês já esteve no Brasil ou conhece alguém que mora aqui.

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