Inteligência artificial é arma poderosíssima, avalia professor da EMGE

Endel é alemão e gosta de compor músicas que melhorem o humor das pessoas. Ele utiliza elementos variados para incrementar suas obras: o batimento cardíaco, o ritmo do sono e sons da natureza, como o barulho da chuva. Em março deste ano, assinou contrato para integrar o time da Warner Music Group, uma das maiores gravadoras do planeta, se unindo a nomes como Anitta, Alanis Morrisette, Adam Lambert e Ed Sheeran. Endel é autor de 600 músicas e deve lançar 20 novos álbuns até o fim deste ano. Alguns já estão disponíveis em plataformas como Apple Music e Spotify – procure por Rainy Night, Cloudy Afternoon ou Foggy Morning. Endel é um algoritmo com inteligência artificial (IA).

Essa breve história bem poderia ser uma obra de ficção, daquelas assinadas pelo premiado escritor Jacques Fux, mas não. Aconteceu de fato e foi manchete nos principais sites de tecnologia. “Particularmente, tenho muito medo do que pode acontecer. Até em campos ‘criativos’, como a literatura, a arte e a música, que supostamente mostram a ‘alma’ do ser humano e não estariam comprometidas com as grandes mudanças tecnológicas, as IAs estão entrando com força e tendo resultados bastante significantes”, afirma Jacques Fux, que é também professor da Escola de Engenharia de Minas Gerais (EMGE). Nesta quinta-feira (12), ele discutirá o tema no II Congresso do Conhecimento.

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