Equipes do Challenge 2018 participam de oficinas na EMGE

Os participantes do Challenge Beagá 2018 retornam à Escola de Engenharia de Minas Gerais (EMGE) nesta quinta-feira (13), às 19h, para oficina sobre a Teoria da Mudança. A atividade integra a extensa programação do Challenge, que tem duração de três semanas e acontece simultaneamente em outras seis cidades: São Paulo, Salvador, Curitiba, Vitória, Rio de Janeiro e Santiago – Chile.

“São semanas intensas, de imersão, em que os projetos passam por treinamentos e capacitações. Nós tivemos a inscrição de 54 projetos para Belo Horizonte e selecionamos 17, um para cada Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS). O nosso trabalho é pautado por esses objetivos estabelecidos pela Organização das Nações Unidas (ONU)”, explicou Aline Oliveira, professora da EMGE e líder do Challenge em Belo Horizonte.

Segundo ela, o projeto conta com a contribuição de mentores e voluntários, que prestam consultoria em diferentes áreas como tecnologia, gestão de projetos, design e comunicação. “O nosso objetivo é que esses projetos possam se desenvolver e saiam deste programa mais capacitados para atuar no mercado de trabalho. É importante lembrar que estamos lidando com negócios de impacto, que precisam gerar receita, não é o mesmo modelo de uma ONG. São empresas que têm como core business gerar um impacto social”, apontou Aline.

O Challenge Beagá 2018 teve início no dia 24 de novembro e será encerrado neste sábado (15). Conheça os projetos que estão sendo pré-acelerados!

Impacto sociocomportamental

Na última quinta-feira (6), a EMGE sediou oficina sobre Impacto Sociocomportamental, ministrada por Fernando Alves, diretor executivo da Rede Cidadã. Nem mesmo a falta de luz, provocada pela forte chuva, desanimou os participantes, que acompanharam atentamente as explicações de Fernando.

“Nós hoje estamos precisando falar sobre a importância do sociocomportamental para gerar impacto. Os empreendedores estudam pouco o seu próprio comportamento. Na maioria das vezes, esse comportamento é marcado por atitudes emocionais que não ajudam na sustentação das melhores decisões”, afirmou Fernando.

Como exemplo, o diretor citou a ansiedade, que considera uma inimiga mortal do empreendedorismo. “Muitas pessoas consideram que, sem a ansiedade, não fazem o que precisam. Há uma confusão entre ter uma motivação interior, que te impulsiona, e uma ansiedade fora do limite, que te empurra para a tomada de decisões aceleradas e impulsivas. O estado emocional é a chave para o empreendedor”, destacou.

O tema motivou os participantes, que compartilharam suas experiências pessoais e construíram um rico debate após a palestra.