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Apresentação do curso

A Engenharia Química foi criada no “Massachussets Institute of Tecnology – MIT” em 1888 por Lewis Norton. Nos anos seguintes, 1892 e 1894 surgiram os cursos na “University of Pensilvania” e “Tulane University”, respectivamente; ela é responsável pela transformação de matérias primas em bens de consumo, dedicando-se à concepção, desenvolvimento, dimensionamento, melhoramento e aplicação dos Processos e dos seus Produtos. Neste âmbito inclui-se a análise económica, dimensionamento, construção, operação, controle e gestão das Unidades Industriais que concretizam esses Processos, assim como a investigação e formação nesses domínios. É uma engenharia que está associada às engenharias tradicionais e à tecnologia, englobando um conjunto maior de conhecimentos, competências e habilidades, assumida na EMGE por meio da Personalização Acadêmica, pautada na pedagogia dos Jesuítas. 

 

Por que estudar Engenharia Química na EMGE?

O curso de Engenharia Química da EMGE obteve Conceito Máximo no MEC, em avaliação in loco realizada por uma Comissão de Especialistas composta por Engenheiros Químicos do INEP (Órgão Oficial de Avaliação do Sistema Federal de Ensino ligado ao MEC). A avaliação ocorreu nos dias 10/05/2015 a 13/05/2015 (Prot. nº 201406370; Cód. MEC nº 977977; Cód. Aval. nº 117534). 

Os laboratórios do Curso de Engenharia Química têm tecnologia avançada com o que existe de mais inovador e tecnológico a fim de formar o profissional altamente capacitado para enfrentar os desafios da atualidade. Por isso, também os laboratórios de Engenharia Química da EMGE obtiveram Conceito Máximo no MEC.

 

Rede Internacional com Ensino Personalizado

Ao ingressar no Curso de Engenharia da EMGE, você é admitido a uma rede internacional de universidades. 

É uma Rede Internacional de Universidades com aproximadamente 500 (quinhentos) anos de tradição na educação e uma metodologia de ENSINO PERSONALIZADO. A Pedagogia de Santo Inácio de Loyola (Pedagogia Inaciana) é desenvolvida pela EMGE especificamente para os Cursos de Engenharia. Através da Pedagogia dos Jesuítas, o estudante tem uma formação personalizada que lhe possibilita enfrentar eventuais desafios de aprendizagem e desenvolver ao máximo suas potencialidades.

No Brasil, pela iniciativa de São José de Anchieta (Patrono da EMGE), os Jesuítas criaram o primeiro Colégio do Brasil, em 1554, no local que deu origem à Cidade de São Paulo, e a primeira universidade particular do Brasil, a PUC-Rio. 

Atualmente, a Rede Internacional de Universidade dos Jesuítas conta com mais de 200 (duzentas) instituições presentes no mundo todo. Isto significa: ensino personalizado com qualidade de excelência e intercâmbio acadêmico internacional com acesso ao que existe de melhor e mais avançado em Engenharia Química no mundo atual.

 

Por que ser Engenheiro Químico?

A Engenharia Química foi criada no “Massachussets Institute of Tecnology – MIT” em 1888 por Lewis Norton. Nos anos seguintes, 1892 e 1894 surgiram os cursos na “University of Pensilvania” e “Tulane University”, respectivamente; ela é responsável pela transformação de matérias primas em bens de consumo, dedicando-se à concepção, desenvolvimento, dimensionamento, melhoramento e aplicação dos Processos e dos seus Produtos. Neste âmbito inclui-se a análise econômica, dimensionamento, construção, operação, controle e gestão das Unidades Industriais que concretizam esses Processos, assim como a investigação e formação nesses domínios. É uma engenharia que está associada às engenharias tradicionais e à tecnologia, englobando um conjunto maior de conhecimentos, competências e habilidades.

Na EMGE, o curso de Engenharia Química participa da missão institucional de promover uma educação personalizada e de excelência nas áreas de engenharia, com três fatores convergentes e transversais: a teoria técnica; a prática técnica e a reflexão do fazer técnico. Estes três fatores estarão em permanente diálogo inter e transdisciplinar numa dinâmica transversal de Ensino, Pesquisa e Extensão.

Assim a Engenharia Química da EMGE se insere no cenário nacional e internacional na medida em que as revoluções tecnológicas, as exigências de se conciliar saberes cada vez mais complexos com a dimensão humana e social e o crescente fenômeno do desenvolvimento sustentável buscam eco em modelos de coletividade pautados pela dialética da tensão entre a exclusão e a inclusão tecnológica e suas derivações.

 

Mercado de trabalho e área de atuação

Dentre as atividades industriais de maior importância para Minas Gerais, tem papel preponderante a extração de minerais metálicos e não metálicos, a indústria de transformação, com destaque para siderurgia e fundição, o setor de alimentos e fertilizantes, a indústria automobilística e a indústria química, especialmente o setor de plásticos, cuja produção destina-se principalmente a atender outras cadeias produtivas. Tem papel relevante também o setor de energia, sendo Minas Gerais um dos maiores produtores de energia hidroelétrica do país, com grandes geradores, dos quais se destacam a usina hidrelétricas de Furnas, Itumbiara e São Simão.

O Estado, segundo dados de 2012, é o terceiro que mais exporta no país, ficando atrás apenas de São Paulo e Rio de Janeiro. A pauta de exportações do Estado, no entanto, é muito concentrada e baseada em produtos primários, principalmente minério de ferro (43%), café (11%), ferro-ligas (6%) e ouro (5%).

Diante desse cenário, dois fatos revestem-se de grande importância para o curso de Engenharia Química da EMGE:

  • a região metropolitana de Belo Horizonte, com mais de 5 milhões de habitantes, é a mais numerosa de Minas Gerais, representando, segundo dados do censo de 2012, cerca de 25% da população do estado;
  • apresenta-se como grande desafio incentivar a atuação do engenheiro químico formado em Minas Gerais em setores de maior conteúdo tecnológico, tais como biotecnologia, fármacos, energia renovável, nanotecnologia, áreas nas quais a engenharia química assume papel de grande importância.

 

Perfil do Egresso

O perfil do egresso do Curso de Graduação de Engenharia Química da EMGE, além de corresponder às diretrizes do Projeto Pedagógico da Instituição (PPI), deve também conter as características que configuram as metas do Projeto Pedagógico do Curso (PPC), conforme a seguir:

  1. Capacidade técnica para analisar, desenvolver e aprimorar produtos e processos que envolvam a grande área da Química;
  2. Competência profissional para atuar em diálogo interdisciplinar com diversas áreas profissionais e técnicas como: projetos e instalações, controle, planejamento e gestão de processos e produtos, P&D, tratamento de efluentes, baseado sempre num contexto de desenvolvimento social, ecológico e economicamente sustentável;
  3. Excelência em capacitação técnico-profissional na sua área de Graduação e de atuação profissional;
  4. Profunda formação humanística com conhecimentos interdisciplinares que o possibilitam uma compreensão do objeto de seu trabalho contextualizado e atualizado no meio social de sua localização;
  5. Conduta ética associada à responsabilidade socioambiental e profissional;
  6. Capacidade de apreensão de novos conhecimentos, através dos estudos e pesquisas, e de transmissão dos mesmos através da docência acadêmica;
  7. Habilidade profissional para equacionar problemas e buscar soluções inovadoras para as demandas profissionais e sociais;
  8. Conhecimento técnico para desenvolver permanentemente métodos e soluções de desafios aliando segurança científica com economicidade e responsabilidade socioambiental.

 

Coordenador

Prof. Dr. Luiz Carlos Angrisano

Prof. Dr. Luiz Carlos Angrisano

Coordenador do curso de Engenharia Química

Graduado em Engenharia Química. Mestre em Engenharia Química na área de Modelagem e Simulação e Subárea separação de minério Flotação em Coluna. Doutor em Engenharia Metalúrgica e de Minas na área de Metalurgia Física, novos materiais, Caracterização Estrutural e Microestrutural de ligas com Efeito Memória de Forma à base de Fe-Mn-Si (2003). Docente em Engenharia Química; Integrante do Conselho Editorial da Revista Pensar Engenharia. Experiência em Ciência e Engenharia de Materiais, Metalurgia Física, Processos de Conformação Mecânica; Engenharia de Produção; Flotação em Coluna; Tecnologia e Sistemas da Informação; Processos Industriais com ênfase em Desenho Técnico e Fenômenos de Transporte de Energia, Massa e Quantidade de Movimento. Também é docente em Engenharia Química.

Currículo Lattes

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