Química na EMGE não é “um bicho de sete cabeças”

No dia 24 de Novembro de 2017, sexta-feira, no segundo horário, foi ministrada uma aula extra de química na EMGE sobre a representação de ligações por estruturas de Lewis. Tratando-se de um tema tão teórico, mas necessário, o objetivo era que tivéssemos a oportunidade de aprender um pouco mais por meio de uma estratégia ativa. No primeiro momento, os alunos estavam com um pouco de vergonha, não queriam ir ao quadro resolver os exercícios. Porém, quando um dos alunos deixou a timidez de lado e foi ao quadro para resolver a questão, percebemos que não era “um bicho de sete cabeças”.

Daí para frente foi uma festa só. Todos queriam resolver os desafios, de tão interessante que estava a aula. Até então nós nunca havíamos tido uma aula tão dinâmica e produtiva como aquela. No dia seguinte, os alunos que participaram da aula não falavam de outra coisa: “Todas as aulas deveriam ser assim. Fica mais fácil aprender e a aula fica mais interessante”.

O mais legal de tudo foi ver os alunos se ajudando, todos com um só objetivo: aprender e compartilhar conhecimentos de forma que todos pudessem ter um bom aproveitamento na sala de aula. Se o objetivo era ter uma aula interessante, produtiva e que agregasse conhecimento aos alunos, este objetivo foi alcançado, tanto que a grande maioria que estava presente nesta aula teve um bom desempenho na avaliação.

Aulas participativas são muito mais prazerosas e produtivas. O que se aprende não se esquece, fica guardado na memória. De uma coisa tenho certeza, que desta aula não esqueceremos jamais.

Rodnei Viana Pereira, estudante do primeiro período de Engenharia Civil da EMGE (CIV1NB)